Censo galáctico revela origem das galáxias mais "extremas"
Uma imagem de campo largo da região central do enxame de Virgem, medindo 4,4 milhões de anos-luz de cada lado, pelo SDSS (Sloan Digitized Sky Survey). Estão legendadas algumas das galáxias mais brilhantes do enxame, inlcuindo Messier 87, ou M87, que está perto do centro do enxame. As inserções mostram imagens profundas de duas galáxias estruturalmente extremas, obtidas com a MegaCam acoplada ao CFHT como parte do levantamento NGVS. Uma anã ultracompacta está na "mira" da inserção mais abaixo, com uma galáxia ultradifusa na inserção de cima. Estas galáxias são quase 1000 vezes mais ténues do que as galáxias brilhantes visíveis na imagem. Embora as galáxias compactas e as galáxias difusas contenham mais ou menos o mesmo número de estrelas, e o seu brilho total seja idêntico, diferem em termos de área por mais de 20.000. As barras de escala de cada inserção representam uma distância de 10.000 anos-luz.Crédito: SDSS, CFHT e equipa NGVS
Os astrónomos descobriram que a chave para entender as galáxias com tamanhos "extremos", pequenas ou grandes, pode estar nos seus arredores. Em dois estudos relacionados, uma equipa internacional descobriu que as galáxias que são "ultracompactas" ou "ultradifusas" em relação a galáxias normais de brilho comparável parecem residir em ambientes densos, ou seja, regiões que contêm um grande número de galáxias. Isto levou a equipa a especular que estes objetos "extremos" poderiam ter começado a parecer-se com galáxias normais, mas que depois evoluíram para ter tamanhos invulgares por meio de interações com outras galáxias.
A equipe identificou galáxias ultracompactas e ultradifusas como parte de um censo sem precedentes de galáxias que residem no enxame de Virgem. A investigação usou dados do NGVS (Next Generation Virgo Cluster Survey) obtido pelo CFHT (Canada-France-Hawaii Telescope) usando a MegaCam, uma câmara ótica de campo largo. A uma distância de 50 milhões de anos-luz, Virgem é o enxame galáctico mais próximo da Via Láctea e contém vários milhares de galáxias, a maioria das quais reveladas, pela primeira vez, nos dados do NGVS.
Os astrónomos descobriram galáxias anãs ultracompactas (GAUs) há um quarto de século e essas são as galáxias mais densas conhecidas no Universo. Teorias concorrentes descrevem as galáxias anãs ultracompactas como grandes enxames de estrelas ou como remanescentes de galáxias maiores que foram despojadas dos seus invólucros estelares.
"Encontrámos centenas de GAUs no vizinho enxame galáctico de Virgem, e pelo menos algumas delas parecem ter começado as suas vidas como galáxias maiores," disse o Dr. Chengze Liu da Universidade Jiao Tong de Xangai, autor principal do primeiro estudo.
Apesar das GAUs serem semelhantes em aparência a grandes enxames de estrelas, várias GAUs neste estudo foram encontradas com invólucros estelares ténues em torno do núcleo compacto central. Estes invólucros podem ser os últimos vestígios de uma galáxia que foi gradualmente removida pelas forças gravitacionais de marés de galáxias vizinhas. Além disso, descobriu-se que as GAUs habitam preferencialmente as regiões do enxame de Virgem com as maiores densidades de galáxias. Juntas, estas evidências apontam para uma transformação induzida pelo meio ambiente como sendo responsável pela produção de algumas GAUs.
As galáxias ultradifusas (GUs) são um mistério na outra extremidade do espectro de tamanho. São muito maiores e mais difusas do que galáxias típicas com brilho idêntico. Algumas teorias sugerem que as galáxias ultradifusas são galáxias massivas cujo gás - combustível para a sua formação estelar - foi removido antes que muitas estrelas pudessem formar-se. Outras sugerem que já foram galáxias normais que se tornaram mais difusas por meio de fusões e interações.
"Descobrimos que as GUs no enxame de Virgem estão mais concentradas em direção ao núcleo denso do enxame, indicando que um ambiente denso pode ser importante para a sua formação," disse o Dr. Sungsoon Lim da Universidade de Tampa, autor principal do segundo estudo. "A diversidade nas suas propriedades indica que, embora nenhum processo singular tenha dado origem a todos os objetos dentro da classe de GUs, pelo menos algumas destas GUs têm aparências que sugerem que a sua natureza difusa se deve a interações de marés ou à fusão de galáxias de baixa massa."
Outro mistério é que algumas GUs continham populações significativas de enxames globulares. "Os intensos eventos de formação estelar necessários para produzir enxames globulares geralmente tornam uma galáxia menos difusa, em vez de mais difusa, de modo que compreender como vemos enxames globulares em GUs é um desafio interessante," disse o professor Eric Peng do Instituto Kavli para Astronomia e Astrofísica da Universidade de Pequim, coautor de ambos os estudos.
"Para encontrar galáxias que são realmente invulgares, primeiro precisamos de entender as propriedades das chamadas galáxias normais," disse o Dr. Patrick Côté do HAARC (Herzberg Astronomy and Astrophysics Research Center) do NRC (National Research Council), Canadá, autor dos dois estudos. "O NGVS fornece a visão mais profunda e completa de toda a população de galáxias do enxame de Virgem, permitindo-nos encontrar as galáxias mais compactas e difusas, avançando a nossa compreensão de como se encaixam no quadro geral da formação galáctica."
Os resultados destas investigações foram apresentados em dois artigos publicados recentemente na revista The Astrophysical Journal.
Fonte: Astronomia OnLine
By Marcos Ferreira Medeiros - setembro 16, 2020
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sábado, 31 de outubro de 2020
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Algo muito estranho parece estar sincronizando galáxias distantes
12 DE NOVEMBRO DE 2019
Algo muito estranho parece estar sincronizando galáxias distantes
Existem centenas de bilhões de galáxias no universo, com características variadas. As distâncias entre elas são imensas, ainda assim, os cientistas perceberam que algumas delas se movem em padrões estranhos e, com frequências, inexplicáveis. A impressão é de que essas galáxias estão conectadas por uma força invisível.
Galáxias com alguns milhares de anos luz de distância podem afetar gravitacionalmente umas as outras de forma previsível. Mas os cientistas têm percebido padrões entre galáxias com distâncias que transcendem essas interações locais. Elas estão tão separadas que a sincronia não pode ser explicada por seus campos gravitacionais individuais.
Movimento sincronizado
Estudo publicado em outubro indica que centenas de galáxias estavam se movendo em sincronia com galáxias dezenas de milhares de anos luz distantes.
O autor líder do estudo é o astrônomo do Korea Astronomy and Space Science Institute, Joon Hyeop Lee. O autor e seus colegas estudaram 445 galáxias com distância de 400 milhões de anos luz da Terra. Eles perceberam que muitas daquelas que rotacionavam em direção a Terra tinham vizinhas se movendo em direção a Terra, enquanto que aquelas que rotacionavam na direção contrária, tinham galáxias vizinhas se movendo na direção contrária a do nosso planeta.
Embora mais pesquisas sejam necessárias para corroborar as descobertas da equipe, eles sugerem que as galáxias em sincronia possam estar conectadas a mesma estrutura de grande escala. Essa estrutura está em rotação muito lenta no sentido anti-horário.
Outros estudos
Embora essa seja uma nova percepção, em 2014, uma equipe observou alinhamentos entre buracos negros supermassivos localizados no núcleo de quasares, separados por bilhões de anos luz de distância.
Os princípios cosmológicos atuais sustentam alinhamento e movimento de estrelas antigas em menor escala. Esses padrões muito maiores em vastas distância intrigam os pesquisadores. Portanto, diversos estudos vêm sendo realizados para observar essas sincronias entre galáxias distantes. Os astrônomos esperam que os telescópios mais avançados possam auxiliar na coleta de dados para encontrar mais respostas a esse respeito.
Fonte: Hypescience.com
domingo, 27 de outubro de 2019
Astrônomos acidentalmente encontram uma galáxia enorme do início do universo
24 DE OUTUBRO DE 2019
Uma nova pesquisa da Universidade do Arizona (EUA) descobriu uma galáxia enorme nascida no início da história do universo, praticamente invisível para nós, utilizando o grupo de mais de 60 telescópios do Atacama Large Millimetre Array, no Chile.
Por que invisível?
As observações realizadas pela equipe indicam que a galáxia tem 12,5 bilhões de anos, ou seja, surgiu apenas um bilhão de anos depois do Big Bang, uma época que é considerada a “infância” do universo. A luz que os pesquisadores observaram é provavelmente o brilho de partículas de gás formando estrelas dentro da galáxia. A poeira bloqueia outros comprimentos de luz, incluindo a luz das próprias estrelas.
“A luz parecia não estar ligada a nenhuma galáxia conhecida. Quando vi que essa galáxia era invisível em qualquer outro comprimento de onda, fiquei muito empolgada, porque significava que provavelmente estava muito longe e escondida por nuvens de poeira”, explica Christina Williams, pós-doutoranda na Universidade do Arizona e principal autora do estudo.
“Faz você pensar se isso é apenas a ponta do iceberg, com todo um novo tipo de população de galáxias esperando para ser descoberta”, disse outra pesquisadora do estudo, Kate Whitaker, em um comunicado à imprensa.
Elo perdido
A nova galáxia é interessante por um número de fatores. Por exemplo, enquanto possui o mesmo número de estrelas que a Via Láctea, é 100 vezes mais ativa. Os cientistas já previam que tais galáxias enormes e “maduras”, fábricas velozes de estrelas, existiam no início do universo, mas nunca tinham encontrado uma.
O Telescópio Espacial Hubble encontrou alguns objetos semelhantes, porém muito menores. Logo, o achado pode ajudar os pesquisadores a compreenderem melhor seus modelos do universo jovem. Nossa galáxia monstruosa invisível tem precisamente os ingredientes certos para ser o elo que falta”, afirmou Williams.
Próximos passos
Os cientistas esperam que tecnologias futuras possam oferecer mais detalhes sobre essa galáxia e outras semelhantes. Por enquanto, é muito difícil observá-la, mas telescópios como o James Webb, que deve estar ativo em março de 2021, podem trazer muitas novas informações.
“O Telescópio Espacial James Webb poderá olhar através do véu de poeira para que possamos aprender quão grandes são realmente essas galáxias e quão rápido elas estão crescendo, para entender melhor por que os modelos falham em explicá-las”, resumiu Williams.
Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica The Astrophysical Journal.
Fonte: ScienceAlert
sábado, 24 de agosto de 2019
Podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com a Terra na nossa galáxia
Podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com a Terra na nossa galáxia
Um novo estudo publicado na revista The Astronomical Journal nesta semana conclui que um planeta parecido com a Terra orbita um a cada quatro estrelas parecidas com o sol. Isso quer dizer que poderia haver até 10 bilhões de planetas parecidos com a Terra apenas na Via Láctea.
Este trabalho foi conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), que usaram dados do telescópio Kepler da NASA. Esta estimativa é um dado importante para a procura por vida alienígena, já que planetas com potencial de vida são aqueles parecidos com o nosso. Ou seja, estamos procurando por planetas mornos e que contêm água líquida.
Este estudo pode ajudar a guiar missões futuras que estão à procura de planetas com sinais de vapor de água e oxigênio. Conseguimos muito mais retorno de nossos investimentos se soubermos quando e onde procurar”, explica um dos autores do estudo, Eric Ford, ao Business Insider. A equipe de Ford definiu um planeta parecido com a Terra como aqueles que têm entre 75% e 150% o tamanho da Terra e que orbitam estrelas a cada 237 a 500 dias.
Isso tudo indicaria que um planeta estaria na zona habitável de uma estrela, aquela que poderia conter água líquida em sua superfície.
A ajuda de Kepler
O telescópio Kepler foi lançado em 2009 para localizar planetas fora do nosso sistema solar. Ele usa o método de trânsito para identificar esses planetas. Este método funciona da seguinte forma: o telescópio captura a luz de 530 mil estrelas, e procura identificar pequenas diminuições na iluminação desses planetas. Essa diminuição indica que pode ter um planeta passando na frente dessa estrela.
O Kepler encontrou de 2009 até 2018 mais de 2.600 exoplanetas, e isto revelou que existem mais planetas do que estrelas na Via Láctea. Isto também deu aos pesquisadores uma nova noção sobre a diversidade dos tipos de planetas. Ele foi aposentado no ano passado por falta de combustível, e este trabalho passou a ser realizado pelo Transitioning Exoplanet Survey Satellite (TESS), lançado em 2018.
Os resultados de Kepler mostraram que entre 20 a 50% das estrelas visíveis da Terra têm planetas parecidos com o nosso nas zonas habitáveis dessas estrelas. Os pesquisadores utilizaram o catálogo de planetas fornecido por Kepler em conjunto com uma pesquisa das estrelas da Via Láctea feira pela nave Gaia da Agência Europeia Espacial para criar simulações computacionais de universos hipotéticos .
Então os pesquisadores observaram essas simulações da mesma forma que Klepler teria feito. Com isso, conseguiram estimar entre 5 a 10 bilhões de planetas parecidos com a Terra.
O próximo passo agora é estudar esses planetas para descobrir do que eles são compostos. “Cientistas estão particularmente interessados em procurar por biomarcadores, moléculas que são indicadores de vida, na atmosfera de planetas que têm mais ou menos o tamanho da Terra”, explica Ford. Os cientistas podem saber mais sobre a atmosfera de um planeta ao analisar como a luz de uma estrela passa próximo à superfície desse planetas.
Fonte: Hypescience.com
domingo, 16 de junho de 2019
Astrônomos brasileiros descobre 3 novos aglomerados globulares que podem contar a história da Via Láctea
Astrônomos brasileiros descobrem 3 novos aglomerados globulares que podem contar a história da Via Láctea
Três aglomerados globulares de estrelas, velhos e pobres em metal foram registrados no bulbo galáctico. Os aglomerados recém-descobertos são designados de Camargo 1107, 1108 e 1109, e podem oferecer pistas sobre a estrutura e a natureza da região central da nossa galáxia. As descobertas foram publicadas num artigo no renomado periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e foi escrito por um brasileiro, o grande Denilson Camargo, um especialista na detecção e estudo dos aglomerados globulares.
Os aglomerados globulares são coleções de estrelas bem empacotadas e que possuem uma forma globular. Os astrônomos usam os aglomerados globulares como laboratórios naturais para estudar a evolução das estrelas e das galáxias. Dado que os aglomerados globulares são relativamente raros, para você ter uma ideia existem cerca de 200 identificados na Via Láctea, a busca para identificar novos objetos desse tipo é essencial para melhorar o nosso entendimento da galáxia.
Recentemente, Denilson Camargo, que é do Colégio Militar de Porto Alegre, no Brasil, e Dante Minniti, da Universidad Andrés Bello, em Santiago no Chile, revelaram a descoberta de um trio de novos aglomerados globulares galácticos. Esses aglomerados estão entre os mais velhos e os mais pobres em metal conhecidos no bulbo central da Via Láctea, até o momento. E eles podem fornecer ideias importantes sobre a formação dessa região da nossa galáxia.
“Essa nova descoberta pode jogar uma luz sobre como o bulbo galáctico se formou, já que eles mostram que a região interna da Via Láctea abriga uma sub-população de aglomerados globulares primordiais. Contudo, eles são os mais velhos e os mais pobres em metal entre os aglomerados globulares já identificados na Via Láctea até o momento. Isso, então, nos sugere que esses aglomerados globulares podem ser parte de um bulbo antigo clássico Gerado pela fusão na história primordial da Via Láctea”, disse Camargo.
Ele ainda adicionou que esses aglomerados globulares primordiais podem revelar como a matéria bariônica colapsou para formar as galáxias logo depois do Big Bang, no universo bem jovem.
De acordo com o estudo, o Camargo 1107 e o 1108 têm cerca de 13.5 bilhões de anos de vida, enquanto que a idade do Camargo 1109 é estimada em aproximadamente 12 bilhões de anos de vida. Com uma metalicidade no nível de -2.2 dex, o Camargo 1107 é um caso especial, já que as suas propriedades sugerem que ele tenha se formado logo depois do Big Bang.
“Como esse aglomerado globular, basicamente testemunhou toda a história da nossa galáxia e a história do próprio universo, ele pode permitir que nós possamos reconstruir a cadeia de processos físicos experimentados pela Via Láctea desde a sua origem até os dias de hoje”, disse Camargo.
Os astrônomos notaram que os aglomerados como o trio recém-descoberto podem ser remanescentes de uma classe primordial de aglomerados globulares que foram destruídos principalmente pelos processos dinâmicos e são a fonte de antigos campos de estrelas que habitavam o bulbo galáctico e o halo interno.
Camargo e Minniti também destacaram a importância de futuras pesquisas por novos aglomerados globulares na região central da nossa galáxia. Qualquer nova descoberta seria fundamental para avançar o nosso conhecimento sobre a formação e a evolução da Via Láctea. Contudo, essas observações não são fáceis de serem feitas já que muitos aglomerados globulares apagados permanecem indetectáveis até agora devido a alta taxa de extinção e ao campo estelar tumultuado que se encontra no bulbo galáctico.
Fonte: SPACE TODAYComentários
segunda-feira, 27 de maio de 2019
uma galáxia incomum que se move em direção à Via Láctea,
Eles capturam uma galáxia incomum que se move em direção à Via Láctea, contra a expansão do Universo
Publicado: maio 26 2019 02:24 GMT
Faz parte de um aglomerado gigante de 1.200 galáxias que acelera mais rápido que a expansão do Universo.

A galáxia Messier 90.
ESA / Hubble e NASA, W. Sargent et al.
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A NASA publicou sexta-feira uma fotografia da galáxia espiral Messier 90, que se move em direção à Via Láctea, apesar da expansão do Universo, que faz com que quase todas as galáxias se afastem umas das outras.
Ele está localizado na constelação de Virgem, a uma distância de cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra, uma declaração anexa.
A abordagem foi detectada graças ao efeito conhecido como ' mudança azul',que consiste em aumentar a freqüência aparente das ondas de luz emitidas por um objeto que se aproxima do observador; desta maneira, sua cor muda para tons azuis.
Ao analisar as imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble a partir de 1994 a 2010, os pesquisadores concluíram que Messier 90 está se movendo em direção a Via Láctea enquanto os outros 1.200 galáxiasgigante grupo ao qual ele pertence longe da nossa.
A causa provável disso é que a massa colossal do conglomerado acelera algumas galáxias a velocidades maiores que a da expansão do Universo, supõem os astrônomos.
A galáxia Messier 90 foi descoberta em 1781 e contém cerca de um bilhão de estrelas.








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