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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Paul Craig Roberts / A guerra na Síria e o ISIS-Daesh Quem hesita está perdido e a Rússia hesitou

A guerra na Síria e o ISIS-Daesh
Quem hesita está perdido e a Rússia hesitou


por Paul Craig Roberts
O governo russo enganou-se a si próprio com a sua crença fantástica de que Moscovo e Washington têm uma causa comum no combate ao ISIS. O governo russo avançou mesmo a pretensão de que os vários grupos ISIS a operarem sob vários nomes eram "rebeldes moderados" que poderiam ser separados dos extremistas, ao mesmo tempo que concordava diversas vezes com o cessar-fogo quando estava à beira da vitória de modo a que Washington pudesse reabastecer o ISIS e preparar-se para introduzir forças dos EUA e da NATO no conflito. O governo russo aparentemente também pensou que devido ao golpe contra Erdogan, o qual se dizia implicar Washington, a Turquia estava em vias de cessar o apoio ao ISIS e cooperar com a Rússia.

Infelizmente, os russos desejavam tão fervorosamente um acordo com Washington, ou talvez eu devesse dizer febrilmente, que se enganaram a si próprios. Se a informação de Finian Cunningham for correcta, Washington aproveitou-se da insistência da Rússia no sentido de, juntamente com a Turquia, se juntar ao ataque ao ISIS pela invasão do Norte da Síria sob o pretexto do "combate ao ISIS".

A Síria foi agora segmentada e os pretensos ou falsos "rebeldes moderados" podem ser fortalecidos dentro das áreas ocupadas pelos EUA/Turquia e a guerra contra a Síria continuará em andamento enquanto Washington quiser. Os media prostituídos (presstitutes) do ocidente informarão que as forças turco-americanas a ocuparem áreas da Síria não são invasores mas estão, sim, a atacar o ISIS.

Com os EUA, turcos e, sem dúvida, dentro em breve outras tropas da NATO a operarem dentro da Síria, os neoconservadores terão oportunidades para provocarem um conflito com a Rússia diante do que esta terá de recuar ou replicar com força. No caso de uma vitória presidencial de Trump, os neocons querem assegurar que este fique embrulhado numa guerra que impedirá uma acomodação com a Rússia.

Não está claro que o esforço do secretário de Estado Kerry para conseguir um cessar-fogo sírio foi sincero e ele foi desautorizado (sandbagged) pelo Pentágono e pela CIA. Pouco importa se Kerry foi sincero. Ele obviamente é incapaz de resistir aos neocons, pois o Departamento de Estado está sob a influência de Victoria Nuland e outros belicistas.

Obama é igualmente fraco, razão pela qual foi escolhido pela oligarquia como presidente. Uma pessoa sem experiência e conhecimento é uma ferramenta excelente para a oligarquia. Americanos negros e liberais brancos acreditaram realmente que um candidato sem experiência e sem uma organização própria poderia fazer diferença. Aparentemente, a credulidade da maioria dos americanos é infinita. Esta característica americana da credulidade é a razão pela qual um punhado de neoconservadores pode tão facilmente conduzir os carneiros a guerras sem fim.

Os americanos idiotas têm estado em guerra há 15 anos mas os atrasados mentais não têm qualquer ideia do que foi alcançado. Os loucos estão inconscientes de que os EUA nas suas longas décadas de acumulação de fraquezas agora enfrentam duas importantes potências nucleares: a Rússia e a China.

Os americanos têm sido instruídos pelos presstitutos ao serviço do complexo militar/segurança de que a guerra nuclear não é tão diferente da guerra comum. Vejam Hiroshima e Nagasaki, dois alvos de bombas atómicas americanas. Hoje, sete décadas depois, as cidades estão florescentes, assim qual é o problema com armas nucleares?

As bombas atómicas que Washington lançou sobre estes centros civis indefesos quando o governo japonês tentava render-se eram meras armas de brinquedo em comparação com as armas termo-nucleares de hoje. Um SS-18 russo liquida três quartos do estado de Nova York durante milhares de anos. Cinco ou seis destes "Satans", como são conhecidos pelos militares estado-unidenses, e a Costa Leste dos Estados Unidos desaparece.

A Rússia tinha nas mãos uma vitória para a Síria e para a democracia, mas faltou a Putin a firmeza decisiva de um Napoleão ou de um Staline e deixou a sua vitória fugir-lhe devido a falsas esperanças de que poderia confiar em Washington. Agora uma vitória russa/síria exigiria conduzir os turcos e os americanos para fora da Síria.

Se a Rússia atacasse dura e rapidamente poderia ter êxito utilizando a mentira de Washington e afirmando pensar que as forças estado-unidenses e turcas eram do ISIS, assim como Washington o fez quando intencionalmente atacou uma posição conhecida do Exército Sírio.

Se a Rússia realmente aniquilasse as forças turca e estado-unidense, o que a Rússia poderia ter feito facilmente, a NATO entraria em colapso porque nenhum país europeu quer ser destruído na III Guerra Mundial. Mas a Rússia não provocarão o colapso da NATO por acção decisiva. Os russos não combaterão até que a guerra seja absolutamente e totalmente imposta sobre eles. Nessa altura pagarão um enorme preço pela sua indecisão baseada na crença louca de que a Rússia tem interesses comuns com Washington. O único interesse comum que a Rússia exige que esta se renda. Se a Rússia se render, ela pode alcançar a aceitação de Washington e dos agentes de Washington. Os atlantistas integracionistas russos poderão dominar a Rússia para Washington. 
24/Setembro/2016

Ver também:
  • US-Turkey Lurch to World War in Syria , Finian Cunningham
  • U.S. Coalition Intelligence "Operations Room" Inside Syria, Destroyed by Russian Missile Attack: Thirty Israeli, American, British, Turkish, Saudi, Qatari Intelligence Officials Killed , Michel Chossudovsky, 22/Set
  • All Out Fight for Aleppo Begins: Major Offensive by Syrian SAA Forces. “US Directly Assisting the Terrorist Units” , Joaquin Flores, 25/Set
  • Lavrov Makes History: “Ceasefires” were Bogus. Accuses Washington of Flagrant Violations and Support of ISIS-Al Qaeda , Joaquin Flores, 24/Set
  • Expect the Worst in US’ War against Russia , Leonid Reshetnikov, 25/Set
  • No more unilateral concessions in Syria , RT, 25/Set
  • Rusia ante la ONU: "Devolver la paz a Siria se ha convertido en una tarea casi imposible", RT, 25/Set 

    O original encontra-se em www.globalresearch.ca/... 


    Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
  • segunda-feira, 26 de setembro de 2016

    EUA apoiam ramo da al-Qaeda na Síria!!

    comandante Nusra na Síria: US nos apoiar ... mas não o suficiente

    7
    Um comandante de alta patente do ramo al-Qaeda na Síria revelou que os Estados Unidos indiretamente suporta forças rebeldes governo Assad na Síria, jornal Kölner Stadtanzeiger relatado.
    "Os Estados Unidos apoiar a oposição, mas não diretamente. Eles apoiar os países que nos apoiam. Mas ainda não estamos satisfeitos com este apoio. Devem apoiar-nos com armas altamente desenvolvidos. Vencemos batalhas graças aos" mísseis TOW ". Chegamos a um equilíbrio com o regime através destes mísseis recebemos os tanques da Líbia através da Turquia Também o "BMS" -.. lançadores múltiplos de foguetes ", Abu al-Ezz, o comandante jihadista, disse o repórter Jürgen Todenhöfer.
    Ele deixou claro que o grupo (agora conhecido como Jabhet Fateh al-Sham) não reconhece o cessar-fogo recentemente intermediado por os EUA ea Rússia, dizendo que eles aproveitaram-lo em reposicionar os lutadores para empreender um ataque esmagador contra o governo forças.
    "Nós não reconhecemos o cessar-fogo. Nós vamos reposicionar nossos grupos. Vamos realizar no próximo, em poucos dias um ataque esmagador contra o regime. Nós rearranjado todas as nossas forças armadas em todas as províncias, em Homs, Aleppo, Idlib e Hama ", explicou.
    "Nós aceitamos ninguém do Assad-regime ou do Exército Sírio Livre, que é chamado moderado. O nosso objectivo é a queda do regime e da fundação de um estado islâmico de acordo com a Sharia islâmica", acrescentou.



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    Valentin Katasonov / O suicídio do FMI

    O suicídio do FMI


    por Valentin Katasonov
    O Fundo Monetário Internacional estava encarapitado num galho precário que agora lhe foi cortado. O Executive Board do FMI reuniu-se em Washington na noite de 14 de Setembro. A questão mais importante na sua agenda era se aprovava um desembolso de mil milhões de dólares como empréstimo à Ucrânia. E eles assim o fizeram . Excepto o director representante da Rússia naquele organismo, que votou contra o desembolso.

    Isto não foi um acontecimento habitual, mas sim algo que terá um impacto, em primeiro lugar e acima de tudo, sobre o destino do Fundo Monetário Internacional.

    O dinheiro em causa é parte de um acordo do FMI no sentido de proporcionar à Ucrânia fundos de empréstimo no valor de US$17,5 mil milhões, sob um programa de quatro anos para impulsionar a economia ucraniana que foi criado com a contribuição activa do FMI. O financiamento estrangeiro àquele programa, incluindo o empréstimo do FMI, totaliza US$40 mil milhões. Sob este programa Kiev recebeu sua primeira prestação de US$5 mil milhões, seguida pela segunda (US$1,7 mil milhões) e estava à espera de novos desembolsos. Contudo, o terceiro desembolso, aguardado para o fim de 2015, nunca chegou. O processo acabou numa travagem.

    A explicação oficial centrou-se em torno da afirmação de que a Ucrânia era incapaz de cumprir seus compromissos. Isto era especialmente verdadeiro quanto a várias reformas prometidas dos sistemas fiscal, de segurança social, taxa de serviços fornecidos pelos negócios do sector comercial e assim por diante. O FMI também mencionou a falta de progresso na privatização, no combate à corrupção, etc. Esta lista de reclamações tem sido actualizada e modificada quase a cada mês.

    Para registo: a Ucrânia até à data conseguiu sacar um total de aproximadamente US$20 mil milhões do FMI (desde 1994). Uma olhadela à documentação daqueles anos mostra que a Ucrânia nunca cumpriu plenamente suas obrigações, mas o dinheiro do FMI continuou a ser despejado. Assim, alguma outra coisa deve estar em curso.

    Quando a Ucrânia se tornou um assunto quente, no princípio de 2014, os EUA começaram a utilizar Kiev para pressionar a Rússia – e mudanças radicais começaram a acontecer na vida do FMI. O Tio Sam é o maior "accionista" do Fundo (ele controla uma maioria de bloqueio no capital e o poder de voto desta instituição financeira internacional) e com absoluta desvergonha começou a empregar o FMI como uma ferramenta para promover a sua própria política ucraniana. A decisão do FMI de emitir o seu empréstimo mais recente no princípio do ano passado foi tomada sob a pressão sem precedentes do seu maior "accionista". Mas aquela decisão era contra a lei e todos os membros do Executive Board do Fundo, incluindo a sua directora-gerente Christine Lagarde, sabiam isso.

    Antes de mais nada, a oferta anterior do FMI em 2014 de estender crédito à Ucrânia já não estava em vigor. As razões para isso eram muito simples – o tomador do crédito não merecia confiança. Alguém poderia ter pensado que isso encerrava o capítulo sobre o relacionamento do FMI com o seu cliente. Esta fora a resposta do FMI a muitos países durante décadas. Mas algo sem precedente aconteceu: a este cliente insolvente foi oferecido um novo acordo de empréstimo na Primavera de 2015, em termos muito mais favoráveis do que os anteriores.

    O segundo problema, o qual é ainda mais significativo, é o facto de que não é permitido ao Fundo emitir empréstimos por razões políticas. As regras para esta organização estão escritas claramente a branco e preto: não são concedidos empréstimos a países onde estão a ser travadas guerras. Mas seria preciso ser cego para negar que uma guerra sangrenta estava a devastar a Ucrânia na Primavera de 2014. Contudo, o maior "accionista" do Fundo ordenou à sra. Lagarde e a outros responsáveis do FMI que procedessem cegamente. E este foi o ambiente no qual foi tomada a decisão acerca de um acordo de empréstimo à Ucrânia.

    O FMI sempre foi uma instituição politizada e uma ferramenta importante da política externa dos EUA. Contudo, tanto Washington como o Fundo observavam padrões mínimos de decoro, actuando dentro de regras que haviam sido aprovadas formalmente por todos os membros da organização. Por vezes tentavam mudar aquelas regras para se ajustarem melhor às suas necessidades, mas faziam-no dentro da estrutura dos procedimentos existentes.

    Hoje, qualquer sentido de decoro foi deixado de lado. Um acordo de empréstimo assinado em Dezembro de 2013 entre a Rússia e a Ucrânia expirou no final do ano passado. Aquele empréstimo era de US$3 mil milhões. Nos termos daquele empréstimo, a Rússia utilizou activos do seu próprio Fundo de Riqueza Nacional para comprar Eurobonds emitidos pelo Tesouro do estado ucraniano. Muitos antes da sua data de maturidade, o governo ucraniano – incitado por Washington – começou a afirmar que não reembolsaria o empréstimo e a pedir que Moscovo reestruturasse aquela dívida do mesmo modo que Kiev havia conseguido reestruturar outras dívidas estrangeiras em Eurobonds durante o Verão de 2015.

    Mas a referida reestruturação envolvia dívidas de títulos (securities) que haviam sido compradas por investidores privados. A Rússia está numa categoria diferente. A dívida de US$3 mil milhões de Kiev é um exemplo clássico de divida soberana. Kiev estava relutante em admitir isto, tentando equiparar aquela dívida com dívida para com detentores privados de Eurobonds. O FMI pretendia que a disputa entre Moscovo e Kiev não era da sua alçada.

    Mas, ao mesmo tempo, Christine Lagarde outros responsáveis do Fundo estavam bem conscientes de que este problema da dívida tinha um impacto sério sobre o futuro daquela instituição financeira internacional. Afinal de contas, uma recusa sem rodeios de Kiev a reembolsar sua dívida a Moscovo significaria um incumprimento total(full-blown default) por parte da Ucrânia. Nessa altura todo o programa para ressuscitar a economia ucraniana, assim como o acordo de empréstimo mais recente, descarrilaria. E isso seria inaceitável, uma vez que o maior "accionista" insiste em que o FMI apoie incondicionalmente o regime em Kiev.

    Mas no ano passado Fundo ainda foi forçado a admitir que 2 x 2 = 4 – reconhecendo que o que a Ucrânia deve à Rússia é dívida soberana. Sob pressão de Washington, o FMI tomou além disso um passo adicional. Ele efectuou mudanças revolucionárias nas suas regras de empréstimo, "apenas para a Ucrânia". As novas regras asseguram que ainda é possível continuar a estender crédito a um país mesmo que ele incumpra totalmente dívida soberana. Contudo, foi incluída uma condição de que o empréstimo poderia continuar só se a nação devedora demonstrasse um "esforço de boa fé" em alcançar um acordo com o seu país credor.

    Depois isso, prosseguiu tudo sem qualquer tropeço. Em Dezembro de 2015, Kiev declarou oficialmente que não efectuaria pagamentos do seu empréstimo da Rússia. Isto significaria um incumprimento total da dívida soberana da Ucrânia. Mas ninguém no FMI percebeu que isto havia acontecido! Mesmo as principais agências de classificação do mundo – as quais habitualmente ajustam suas avaliações todas as vezes em que um país devedor espirra – "não notaram". [NR]

    E Kiev começou a comportar-se com audácia sem precedentes uma vez que sentia estar segura sob a asa do Tio Sam. Assim, começou a afirmar que nunca reembolsaria quaisquer das suas dívidas à Rússia. Não houve sequer a tentativa de fabricar a aparência de que a nação devedora estava a tentar em "boa fé" resolver seus problemas de dívida com o país seu credor. Moscovo levou a questão da dívida da Ucrânia a um tribunal internacional, mas o tribunal dá a impressão de que está a adoptar o seu próprio prazo suave para decidir sobre o assunto.

    Não seria exagero dizer que houve uma revolução nas finanças globais no fim de 2015. Ao longo do tempo, ela enviará uma poderosa onda de caos através de todo o sistema financeiro global. Este sistema foi privado das suas regras e linhas orientadoras mais rudimentares que anteriormente haviam salvaguardado os mercados globais evitando a entropia financeira.

    No ano passado Christine Lagarde, a directora-gerente do Fundo, não teve vida fácil. Ela está bem consciente de que o niilismo actualmente a prosperar no FMI poderia acabar muito mal para aquela instituição. Ela resistiu à pressão do seu maior "accionista" tão bem quanto pode, mas o Tio Sam recorreu a um método consagrado de pressionar responsáveis públicos.

    No ano passado um tribunal francês inesperadamente começou a investigar a sra. Lagarde por possíveis abusos de poder enquanto actuava como ministra das Finanças francesas. Contudo a poeira assentou rapidamente sobre este episódio legal, o qual avisava a directora-gerente do FMI a que concordasse com os "argumentos" apresentados pelo maior "accionista".

    Durante alguns meses Lagarde arrastou os pés o melhor que pôde, tentando evitar o pesadelo que no entanto irrompeu em 14 de Setembro na reunião do board do FMI. A razão para a decisão acerca de providenciar à Ucrânia a sua prestação seguinte esteve a ser continuamente adiada não porque Kiev "não estivesse a cumprir plenamente" alguma condição – aquele país ainda não está em posição de cumprir qualquer coisa. Era apenas um bocado de teatro coreografado pela senhora Lagarde. Mas finalmente o director do teatro – Tio Sam – interveio e disse à burocrata para parar com a confusão. O Tio Sam pouco se importava com a "recuperação económica" da Ucrânia mas os EUA precisavam do país (sob o seu regime actual) como ferramenta para fazer pressão sobre a Rússia. Não só coação política e militar como também financeira. O FMI é essencial para tais fins.

    O recente comportamento temerário de Washington para com o FMI recorda Heróstrato – o incendiário da lenda da antiga Grécia – a atear fogo ao Templo de Artemis. Durante sete décadas o Fundo foi uma ferramenta útil da política externa dos EUA, mas agora aqueles tempos felizes estão a chegar ao fim para Washington. A vasta maioria dos membros do FMI está farta do domínio total da América. E finalmente esse descontentamento leva ao começo do processo para a reforma do Fundo, especialmente quanto a uma revisão das quotas de capital e das acções com poder de voto assinaladas aos seus países membros. No futuro próximo isto podia resultar na perda pelos Estados Unidos da sua participação maioritária no capital do FMI e do seu poder de voto. Esta não é a espécie de FMI que o Tio Sam precisa.

    Não foi a Rússia que levou a maior pancada na sessão de voto de 14 de Setembro do board do FMI. A pancada primária foi infligida sobre o próprio Fundo. Assim como sobre o sistema financeiro global que evoluiu durante sete décadas desde a II Guerra Mundial. 
    21/Setembro/2016

    [NR] Sugestão para jornalistas de investigação: comparar a actuação das agências de classificação em relação à Ucrânia e a Portugal. Os media corporativos lusos têm estado omissos a respeito.

    Do mesmo autor sobre o assunto: 
  • O desempenho dos actores no teatro do FMI

    O original encontra-se em www.strategic-culture.org/... 


    Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
  • domingo, 25 de setembro de 2016

    Manlio Dinucci / E-mails explosivos Hillary Clinton


    "ARTE DA GUERRA"

    E-mails explosivos Hillary Clinton

    Os anglo-saxões são especialistas na limpeza da memória coletiva.Todos eles têm de pedir desculpas para as pessoas que não têm a capacidade de punir os seus pecados, para que eles sejam esquecidos.Claro, eles nunca têm as organizações a que eles mentiram.

     | ROMA (ITÁLIA)  
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    De vez em quando, para fazer algumas "limpeza moral" para a meta política e da mídia, o Ocidente alguns esqueletos fora do armário.
    Uma comissão da Câmara dos Comuns britânica criticou David Cameron para a intervenção militar na Líbia, quando ele era primeiro-ministro em 2011: ele fez no entanto criticado por guerra agressiva que demoliu um estado soberano, mas porque que esta guerra foi iniciada sem "inteligência" adequada, nem com um plano para a "reconstrução" [ 1 ].
    É a mesma coisa que fez Barack Obama quando, em abril, ele disse que ele cometeu na Líbia o "pior erro" não tê-lo demolido com as forças da OTAN sob o comando cidadão norte-americano, mas para não planejada "  O dia depois  ". Ao mesmo tempo, Obama reiterou seu apoio para Hillary Clinton, agora um candidato presidencial: o mesmo que, Secretário de Estado do hábito, o convenceu a autorizar uma operação secreta na Líbia (incluindo o envio de forças especiais e os grupos terroristas de armamento), em preparação para o ataque naval dos EUA e da NATO.
    Mails Clinton, em seguida, destaque, provar o que era o verdadeiro propósito da guerra: plano de bloco de Gaddafi de utilizar os fundos soberanos da Líbia para criar instituições financeiras autónomos da União Africano e moeda alternativa Africano dólar eo franco CFA.
    Imediatamente após a demolição do Estado da Líbia, os EUA ea NATO, com as monarquias do Golfo, começou a operação secreta para destruir o Estado sírio, infiltrando-se dentro de uma das forças especiais e grupos terroristas que deram à luz a Isis.
    Um e-mail Clinton, um dos muitos que o Departamento de Estado tinha a desclassificar depois do clamor suscitado pelo Wikileaks, mostra o que um objectivo fundamental da operação ainda em curso. No e-mail, desclassificados como "número do processo F-2014-20.439, Doc No. C05794498" [ 2 ], a secretária de Estado Hillary Clinton 31 de dezembro de 2012: "Esta é a relação estratégica entre Irão e o regime de Bashar Assad, que permite o Irã para minar a segurança de Israel, não através de um ataque direto, mas através de seus aliados no Líbano, como o Hezbollah ". Ela ressalta que "a melhor maneira de ajudar Israel é ajudar a rebelião na Síria, que agora tem a duração de mais de um ano", isto é, desde 2011, argumentando que a dobrar Bashar al Assad , deve "uso da força" para "pôr em risco a sua vida ea de sua família." Clinton conclui: "A derrubada de Assad não só seria um benefício enorme para a segurança de Israel, mas também reduziria o medo compreensível de perder o monopólio nuclear israelense". O Secretário de Estado, então, portanto, aceita o que é oficialmente você: que Israel é o único país do Oriente Médio que possui armas nucleares [ 3 ].
    O apoio da administração Obama a Israel, além de um pouco mais formal do que divergências de fundo, é confirmada pelo acordo assinado em 14 de setembro, em Washington, pelo qual os Estados Unidos se comprometem a fornecer Israel com armamentos o mais tardar para um valor de US $ 38 bilhões em dez anos, com um financiamento anual de US $ 3,3 bilhões ao longo de meio milhão para a "defesa de mísseis".
    Enquanto isso, após a intervenção da Rússia bloqueou o plano de demolição da Síria a partir de dentro pela guerra, os EUA ter uma "trégua" (imediatamente estuprada por eles), lançando ao mesmo tempo uma nova ofensiva na Líbia camuflada como operação humanitária à qual a Itália participa com "paras-médicos".
    Mas Israel, nas sombras, reforça a sua vantagem nuclear tão caro a Hillary Clinton.
    Tradução Marie-Ange Patrizio
    1 ] Líbia: Exame da intervenção e do colapso e as opções do Reino Unido futuras políticas , Câmara dos Comuns, o Comitê de Relações Exteriores, 06 de setembro de 2016.
    2 ] "  New Irã e Síria  ", Hillary Clinton, em 31 de dezembro de 2012 (Wikileaks).
    3 ] A Arábia Saudita comprou depois da bomba atômica.

    Jill Stein, 2016 (Histórico)

    campanha presidencial Jill Stein, 2016

    Jill Stein é o 2016 Verde indicado para a presidência dos Estados Unidos. Ela declarou sua candidatura em 22 de junho de 2015, e recebeu oficialmente a nomeação do Partido Verde em 06 de agosto de 2016, naConvenção Nacional do Partido Verde .
    Por uma década, Stein era um dispositivo elétrico na política do estado de Massachusetts , executando campanhas mal sucedidas para deputado estadual em 2004, secretário da Commonwealth em 2006, e governador em 2002 e 2010. Ela já concorreu à presidência em 2012, ganhando a nominação do seu partido e garantir 0,36 por cento do voto popular na eleição geral.
    Pelo comércio, Stein é um médico que praticou a medicina interna por 25 anos. Embora Stein se aposentou em 2005, ela tem frequentemente citado sua formação profissional como uma força motriz para ela entrar na arena política em seu 50s. Ela explicou em uma entrevista: "Agora, eu digo que eu estou praticando medicina política em vez da medicina clínica, porque é a mãe de todas as doenças e temos de corrigir esta doença política para que possamos começar a que fixa as coisas que ameaçam a vida , membro e até mesmo a sobrevivência. Isso inclui a guerra, a pobreza e as alterações climáticas, bem como a nossa saúde física ". [2]
    Ela suporta posições políticas progressistas que iria passar "do ganância e exploração do capitalismo corporativo para uma economia centrada no homem que coloca as pessoas, planeta e da paz sobre o lucro", segundo seu site de campanha . No centro da plataforma da Stein é a adoção de um "New Deal Verde", que procuram criar milhões de novos postos de trabalho e melhorar a infra-estrutura, agricultura e conservação nos Estados Unidos.
    Veja também: verificação fato de Verbatim: Será que metade os EUA vivem "em ou próximo a pobreza"?
    Em 1 de agosto, 2016, Stein anunciou que tinha seleccionado defensor dos direitos humanos Ajamu Barakapara ser seu companheiro de chapa. Ela descreveu-o como um "ativista, escritor, intelectual e organizador com uma voz poderosa, visão e compromisso de vida para construir a verdadeira revolução política." [3]
    Stein tem normalmente recebidas entre 1 por cento e 5 por cento de apoio nas pesquisas nacionais em 2016. Segundo as regras promulgadas pela Comissão de Debates Presidenciais (CPD), para se qualificar para participar de um debate presidencial, o candidato deve alcançar o apoio de 15 por cento em uma média de cinco pesquisas nacionais selecionados. Stein disse que a CPD "é um esquema de mal disfarçada de proteger os dois partidos do sistema de competição" e apelou a Hillary Clinton (D) e Donald Trump (R) para exigir que ela e candidato libertário Gary Johnson ser autorizados a juntar-se aos debates. [4]
    Veja também: verificação fato de Verbatim: Os debates presidenciais manipulado em favor de candidatos dos principais partidos?
    DESTAQUES





  • Stein obteve seu diploma de medicina da Harvard Medical School e praticado medicina interna por 25 anos.





  • Stein anteriormente concorreu à presidência em 2012 como o candidato verde. Ela veio em quarto lugar na eleição geral, recebendo 0,36 por cento do voto popular.





  • Central para a plataforma de Stein é a adoção do "Green New Deal", que procuram criar milhões de empregos e melhorar a infra-estrutura e conservação por meio de uma transição nacional para 100 por cento de energia renovável.
  • Entrevista com Desciclopédia

    Em 8 de Fevereiro, 2016, Jill Stein falou com Desciclopédia sobre o acesso da cédula, suas iniciativas políticas de topo, eo clima político de 2016.

    Stein em assuntos domésticos

    Stein tomou posições progressistas na maioria das questões sociais, apoiando o direito ao aborto, igualdade da união, e a legalização da maconha para uso medicinal e recreativo. Ela pediu para encerrar a vigilância inconstitucional, fechando Guantánamo, abolindo as listas matar secretas, e que revoga a detenção por tempo indefinido sem acusação ou julgamento. Na reforma do ensino, Stein se opor aos testes de alto risco ea privatização de escolas públicas. Ela definiu saúde como um direito humano básico e que procurará implementar um programa de seguro de saúde pública de pagamento único.
    Clique as telhas abaixo para saber mais sobre as posições de Stein em assuntos domésticos.
     dos Assuntos Económicos e regulamentações governamentais
    Fundamental para a plataforma de Stein é a adoção de um "Green New Deal" para criar "empregos de salário de vida", restaurar a infra-estrutura em todo o país, ea transição para uma economia verde. Stein apoia a redução do défice através da Green New Deal, o corte de gastos militares e mudando a forma como a renda é tributada. Ela expressou oposição à Trans-Pacific Partnership e do sistema alimentar "globalizado industrial de fábrica".
    Clique as telhas abaixo para saber mais sobre as posições de Stein dos Assuntos Económicos e regulamentos governamentais.

    Stein dos Assuntos Externos e da segurança nacional

    Stein manifestou apoio a um foco da política externa em alcançar a paz e preservar os direitos humanos. Segundo ela plataforma, Stein iria tomar as seguintes medidas: "Estabelecer uma política externa baseada na diplomacia, o direito internacional e os direitos humanos terminar as guerras e ataques com drones, cortar gastos militares em pelo menos 50% e fechar o militar estrangeira 700+. bases que estão transformando nossa república em um império à falência. Pare o apoio dos EUA e vendas de armas a violadores dos direitos humanos, e levar sobre o desarmamento nuclear global. " [5]
    Clique as telhas abaixo para saber mais sobre as posições de Stein dos assuntos externos e segurança nacional.
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